terça-feira, 7 de junho de 2016

Quem compra isto? Nº2

Aqui ha uns tempos fiz uma publicação sobre o perfume com cheiro a plasticina, e hoje como não sabia o que escrever, lembrei-me que o perfume não era a única coisa estranha que vi.

Estão prontos? Estão?




Imagem tradeboss.com


Chama-se WhyCry, e para que serve? Para nos dizer porque é que o bebé está a chorar. Pois, eu pensei, então mas nem eu as vezes sabia a maquina vai saber?
Tem as categorias: aborrecido, com sono, com fome, chateado, e stressado. Ora bem, então e fralda suja? Com medo?
A mim isto parece mais uma coisa daquelas coisas que ninguém sabia o que inventar, e pronto. Sai esta beleza. O mundomesta louco...qualquer dia inventam um que traduz literalmente o choro do bebé.

segunda-feira, 6 de junho de 2016

Calor

Sempre apareceu, e veio em grande o malandro. Podia ter avisado. A miuda tem dormido mal, sente-se incomodada com tanto calor, e dorme só de fralda...





Que mais se pode fazer? Ao menos dorme fresquinha 😉

sexta-feira, 3 de junho de 2016

Chucha

Adoro a chucha. A pessoa que a inventou era um gênio!
A Laura usa chucha desde cedo, aliás ainda na maternidade usou. Nas noites complicadas com cólicas, a chucha era a minha melhor amiga. Quando lhe começaram a nascer os dentes, ela esfregava a chucha nas gengivas.
Hoje em dia, com 16 meses ainda usa chucha. Para dormir e para brincar. Quando está triste, colinho e chucha resultam sempre. Quando dorme mal...tantas ocasiões.
Por isso, caras pessoas que gostam de dar bitaites, quando virem a minha filha com a chucha na boca, não digam "é caca.", "dá para deitar fora", "vai para o lixo", ou mesmo "já és grande".
Não, ela não é grande, a chucha não é caca é uma amiga, e amigas não se deitam fora. Com esses comentários só me vão confundir a miúda, e estejam descansados que duvido que ela com 15 anos vá para o secundários de chucha. Quando ela não quiser mais a chucha, nós guardamos.



Imagem littleduckies

sábado, 21 de maio de 2016

Henrique, o gato palerma

Acho que já falei nuns desenhos do babytv, senão falei e não estão bem haver o que é vou mostrar.






Ora o gato é o Henrique e o outro com ar de parvito é o Jorge. Os bonecos resumem-se a isto: o Henrique tem fome (e sim, o gato fala na terceira pessoa), e decide ir comer ao restaurante. Chega lá lê a ementa toda e adivinhem? Escolhe sempre o raio do prato que não há na ementa. Pessoalmente eu já tinha desistido de lá ir. O gato quer limonada "oh desculpa Henrique mas nós não temos limões", o gato quer uma sandes "oh desculpa Henrique mas hoje não há pão", o gato quer uma salada "oh desculpa Henrique mas hoje não tenho alfaces"...estão a ver aonde quero chegar? Mas há mais. O gato vai por norma à mercearia porque é lá que o Jorge compra as coisas, chega à mercearia também não há. Mandam-no aonde? Ao Sr. João do camião. Chega ao Sr. João ele já vendeu tudo, e este é o único amigo do gato. E porquê? Porque é o único que lhe diz realmente aonde ele pode encontrar o que raio ele ande à procura. Depois disso vai lá à quinta ou onde seja, e crava sem grandes rodeios "O Henrique tem fome. Será que pode dar um melão ao Henrique? Por favor", e pimbas sai de lá com o que pediu. Ainda hei-de exprimentar isto, tudo o que ele pede dão. Mas porque é que ele não vai directamente à quinta?
Eu é que já descobri a tramóia aqui. Isto funciona assim: o Jorge não faz as compras, ou não quer fazer. E então decide que o gato pode muito bem ir buscar. Também nunca o vi a dar dinheiro para ele comprar as coisas, mas também não vi o gato pagar, ou preços na ementa.


Eu percebo, isto serve para mostrar aos miúdos de onde vêm os alimentos, eu percebo. Mas o Henrique já ia a outro lado comer.

Ps: antes que digam algo, este texto foi feito na brincadeira. Se formos a ver bem quase boneco nenhum faz sentido ;)




segunda-feira, 16 de maio de 2016

Birras

A Laura anda numa fase, digamos, difícil. As "birras" (não acredito que se deva dizer birra, simplesmente contrariamos a criança e ela ainda não se sabe expressar de outra forma).
Ora eu às vezes digo que não, depois explico o porque não, mas a minha filha é tão rápida e tão mexida que admito que lhe digo não mais vezes do que gostaria.
Quando isto acontece podem suceder 4 coisas:
A Laura atira-se para o chão,
Sai a reclamar da divisão da casa onde estamos (esta é a mais frequente),
Bate os pés,
Olha para mim e faz ar de choro.



Imagem babydickey.com


E agora a pergunta: então e tu não fazes nada?
Não. Não faço nadinha. Simplesmente ignoro. Não vou reforçar este comportamento. Deixo-a expressar-se, claro que se vir que ela está a magoar-se de alguma forma tiro-a, e não ligo caso estejamos em público, a filha é minha e as pessoas ultimamente teem muito o vício de julgar. Olhem, comentem, não importa. Eu sei como agir, e se a senhora no pingo doce pensa "havia de ser comigo, levava uma palmada", então tenho pena de si, porque a palmada não vai resolver nada. A criança provavelmente só vai chorar mais.

Quando ela para com a "birra", falo com ela. Explico o porquê, que é perigoso, magoa-se e por aí a fora, e dois minutos depois já não é nada com ela. Já quer colo, brincar, trepar, pelo menos até à próxima vez   que a contrarie.
Não vou gritar ou ficar chateada com um bebé de 15 meses que não entende tudo o que se passa à sua volta. Isto é uma fase, e antes de passar vai piorar, mas a vida de mãe é assim. E não a trocava por nada <3


sexta-feira, 1 de abril de 2016

Visitar um recém nascido

Este assunto tem algo que se lhe diga. Para muitos é um tema quase "banal", pois vão ver o bebé que acabou de nascer mas não se apercebem do estado frágil em que mãe e filho se encontram. Outros simplesmente não sabem o que fazer pois não têm filhos, e ainda alguns dos que têm pensam "mas eu não fiz nada disso e correu bem". Pois sim, acredito. Mas cuidado nunca é demais.
Quando a Laura nasceu durante as duas primeiras semanas de vida dela eu desinfectei as mãos constantemente, principalmente quando era hora de lhe limpar o umbigo. Se lhe fosse mexer na boquinha, ou mudar a fralda desinfectava as mãos, e quem estivesse lá em casa também desinfectava, gostasse ou não.
A filha é minha, e lá está, cada mãe sabe do seu. Pode parecer estúpido a algumas pessoas mas para quem acabou de ter um bebé, todos os cuidados são poucos. A família (bebé incluído), ainda não se habituou a estarem todos em casa e à rotina, e estão todos muito sensíveis, por isso se um pai ou mãe pedir para a visita fazer algo, convém fazer, por muito absurdo que o pedido seja, pelo menos para que a visita seja tranquila.
Por isso aqui ficam umas quantas dicas para quem vai visitar um recém nascido.


1 - Primeiro que mais nada, liguem. Não apareçam do nada. Relembro, a família está a habituar-se a uma rotina e uma visita inesperada vai deixar a casa um pouco instável, se ligarem antes os pais podem mentalizar-se do que é necessário fazer. E evitar visitas à noite, importante respeitar sonecas e hora do banho.

2 - Nada de ficar lá em casa durante horas a fio. Uma coisa é ir lá ajudar com o bebé, outra coisa é ficar lá uma tarde a criar raízes no sofá, quando há uma mãe e bebé que só querem descanso.

3 - Importante lembrar, se estiverem doentes não vão. Mãe e bebé, o último principalmente, têm o sistema imunitário frágil. Até uma ligeira má disposição, mesmo que não se saiba do que é ou de onde apareceu, é motivo para adiar a visita.

4 - Pedir antes de pegar no bebé. Esta serve até para quando ainda se está grávida, e vem alguém que não conhecemos e pimbas, mãos na barriga. Faz favor perguntar aos pais se podem pegar na criança, e se ele chorar e não quiser colo não insistam.

5 - Nada de acordar o bebé. Por muito que o queiram ver acordado, aquela mãe pode-se ter visto aflita para o adormecer, se o acordarem lá se vai o descanso.

6 - Dar espaço à mãe para que ela possa amamentar. Eu pessoalmente não gostava muito que algumas pessoas estivessem grudadas a mim quando estava a amamentar (e olhem que ela nem mamou muito tempo). Mas na minha cabeça era inexperiente, e  aquilo era o meu momento de cumplicidade com a minha filha. Dias depois já não me fazia tanta confusão, mas nos primeiros dias resguardava-me ou ia para outra sala.

7 - As fotos, perguntar antes. Os pais podem não querer por causa do flash (faz algum sentido) se eles não se sentirem confortáveis com isso não tirem, e se tirarem convém também perguntar se os pais deixam que se ponha as mesmas nas redes sociais.

8 - Nada de beijinhos nas mãos do bebé. Só cabeça (não o rosto), barriga e pés. O bebé ainda não está com o sistema imunitário bem desenvolvido e por isso mesmo convém ter atenção.

9 - Pelo amor de Deus, não comecem com comparações. Ou que parece-se mais com a mãe, ou que é a cara do pai. Bem sei que não fazem por mal, mas aquela mãe acabou de dar à luz, tem as hormonas todas alteradas. Não digam se deve ou não amamentar, isso é com a mãe. A menos que queiram uma resposta, evitem.

10 - Acho que esta é de caras, mas evitar fumar, se vão fumar só depois da visita acabar.

11 - Saber se podem ir ao hospital, e caso a mãe esteja de rastos, marcam para quando ela já estiver em casa.

12 - Importantíssimo, ajudar. A mãe vai agradecer. Lavar a loiça, passar a ferro, fazer uma refeição para deixar, tudo isto são coisas que aquela nova mãe não tem muito tempo agora.


Imagem Ana amorim

sábado, 5 de março de 2016

Então para quê?

Ontem andámos a passear. A miuda está a crescer e infelizmente os sapatos não crescem com ela, por isso lá fomos nós. Aproveitamos o dia de sol para dar um passeio por Faro. Ela ia no carro, aguentou um pouco, lanchou, mas depois de lhe mudar a fralda já não queria lá ficar.
Andou a pé, de mão dada com a prima enquanto eu empurrava o carro. E agora fica a pergunta: "Então mas para que levar o carro?". A verdade é que muitas vezes levo e fica no porta-bagagens porque no supermercado por exemplo não adianta, e no café tão pouco. Mas era um passeio grande, então é melhor levar. A verdade é que ela já está grande (pode parecer parvoíce mas eu como mãe não me apercebo que ela cresce todos dias), só ontem quando em vez do 20 a senhora da loja me diz que era melhor ser o 21, é que fiquei parva a olhar para a miuda,, mas cresceste assim tanto? E sinceramente já inventavam sapatos e roupa extensíveis, mas isso fica para outro tópico.

Achei piada ela querer andar de mão dada com a prima, e querer brincar no parque, apesar de não ter percebido bem como se fazia aquilo. Às tantas irritoru-se com um dos brinquedos porque aquilo não saia do sítio e ela queria tirar...mas enfim a minha filha é assim 😊






E agor o brinquedo com que se irritou





Em defesa da miuda ela tem razão, ela levantava aquilo mas caia sempre!