sexta-feira, 27 de novembro de 2015

Sessão de cinema em casa

Volta e meia vemos um filme. Ela tem alguns preferidos, À procura de Nemo, Entrelaçados, Frozen, Gru (1 e 2), e gosta muito dos Minions também. Mas como já sei as falas da maioria dos filmes (decorei o Nemo, o Entrelaçados e o Frozen, dá medo, a sério), hoje vimos o Divertidamente para variar um bocadinho. É giro, mas acho que não é bem um filme que ela para o ano entenda por exemplo, é para miúdos um bocadinho maiores, 5/6 anos, e não tem musicas, eu cá prefiro com musicas. Mas pronto estávamos a ver o filme e começam a aparecer as emoções: primeiro a alegria, depois a tristeza, o medo, a repulsa, e por fim a raiva.



E ela riu-se um pouco com todos, mas houve um que a fez dar gargalhadas. Querem adivinhar qual foi o preferido dela?














Pois, o raiva. Achou piada à parte em que o boneco se passa e saem chamas da cabeça. Ria-se imenso.
Viu meia hora e depois fartou-se. A mãe que visse o resto.




Ps: a culpa de eu saber as falas não é inteiramente da minha filha. Do Nemo já sabia antes, e vá, também decorei o Rei Leão e a Mulan...admito, gosto de filmes para miúdos!

domingo, 22 de novembro de 2015

A primeira vítima

Já tinha reparado que a Laura tinha começado a fase de "esconder" as coisas, e digo "esconder" porque ela com 10 meses simplesmente pega nelas, leva-as para algum lado e depois deixa-as lá. Uma das principais vítimas é o meu telefone. Mas há um problema, é que ela não se limita a pegar nele e levá-lo para a casa-de-banho por exemplo (já encontrei lá um boneco dela no meio das revistas), não. Ela pega nele, lambuza-o e depois larga-o em qualquer parte remota da casa.

Hoje não fui a tempo. Pegou no telefone, lambuzou-o todo mas virado ao contrário, ou seja pela parte do carregador. Fui para lhe mexer e não consegui. Os botões não funcionam, o de ligar, o central, o volume, o de tirar o som...nada. Mas recebo notificações logo não deve estar assim tão mal.
Lembrei-me de um post que vi no facebook e fui a correr enfiar o telemóvel no frasco do arroz para absorver a humidade, e é lá que vai ficar até amanhã à noite.

Pode ser que se salve, pode ser. Senão já sei o que pedir ao Pai Natal!



 Imagem Macworld

sexta-feira, 20 de novembro de 2015

Admite-se?

Hoje aconteceu-me uma coisa t-ao mas tão absurda que nem tem explicação. Aliás, este assunto sempre me deixou com os nervos em franja. A prioridade nos supermercados e outros sítios públicos.
Já ouvi tanta mas tanta boca, desde que só estava era gorda, que a gravidez dava jeito para passar a frente nas filas, que podia muito bem esperar, depois da Laura nascer era porque a bebé estava calada, ou no elevador eu não saí com o carro depressa o suficiente, há aqueles que olham para nós nas caixas prioritárias e fingem que não viram. Depois há sempre bocas porque passamos há frente ao que respondo sempre, tem mais caixas disponíveis. Os que pedimos licença para passar com o carro e não se desviam, admito que até já dei caneladas com o carro da miúda em algumas pessoas que se metem há frente. Mas continuando.
Hoje fui ao supermercado, buscar o normal. Levava a minha filha de 9 meses no banco do carro de compras e dirigi-me à caixa prioritária. A funcionaria olhou para mim e para a minha filha e qual é o meu espanto quando simplesmente nos ignora e continua a atender os outros clientes todos na fila, que não eram clientes de prioridade. Esperei pela minha vez, e quando tal aconteceu avisei-a que era uma caixa prioritária e que ela tinha ignorado isso porque tinha-nos visto e não tinha chamado. Ao que ela me responde que não chamam pessoas acompanhadas por crianças de colo mas sim crianças ao colo. Desculpe? Desde quando? Ainda lhe disse que são crianças de colo (até aos dois anos) e que está estipulado por lei, e ela arrogantemente que não, crianças ao colo
Diz-lhe a minha mãe entã que na placa da caixa prioritária a criança está inclusive de mão dada com a grávida. Ligou para o balcão, não sei ao certo o que lhe disseram, mas percebi que lhe tinham dito que estaria errada pois ela disse a quem estava do outro lado "Ah mas eu pensava que era só crianças ao colo!". Entretanto estava a ver que aquilo estava a demorar tanto que ela ainda estava a atrasar mais a fila que lhe disse para despachar a senhora que estava a ser atendida a minha frente (novamente, não tinha prioridade), porque eu tinha pressa, e estava quase na hora da miúda comer além de que bebés não gostam propriamente de estar parados (daí a prioridade). Não tive tempo de reclamar na loja mas fiz questão de enviar um email a explicar a situação toda.
Agora vamos lá a ver se entendo uma coisa, é suposto eu fazer as compras com a miúda que pesa quase 10kg ao colo? Minhas ricas costas.
Às vezes gostava que as pessoas pusessem a mão na consciência. Eu se for sem a minha filha as compras não me dirijo à caixa prioritária e se o fizer, e aparecer alguém com prioridade não viro costas e ignoro. E quanto à senhora da caixa que me atendeu, da próxima vez que lá for, faço questão de lhe levar a lei da prioridade impressa.









quinta-feira, 19 de novembro de 2015

Tudo começou com um sonho!

Antes de ter a Laura, já a minha mãe me dizia que eu tinha um instinto maternal muito grande, eu tenho 9 anos de diferença da minha irmã mais nova, e sempre achei que isso tinha contribuído. Sempre quis ser mãe, não sei porquê, mas era daquelas coisas que eu achava que tinha tudo haver comigo. No entanto não andava propriamente a pensar nisso, nem sequer tinha falado com o Ricardo de tal assunto ultimamente, era algo que queríamos muito mas talvez mais tarde.
Em Janeiro do ano passado estava a minha irmã a ler o horóscopo ao Ricardo, numa de brincadeira e dizia "vai ser pai brevemente", ficámos todos a rir claro, aquilo nunca bate certo. Só que numa noite no final de Janeiro eu tive um sonho. Foi um sonho curto, mas foi o sonho mais emocional e comovedor que alguma vez tive.
Lembro-me perfeitamente, estava num quarto ou sala branca e era de noite, estava de pijama sentada num cadeirão, mas não estava quieta, estava mover o meu tronco para trás e para a frente. E, nos meus braços eu tinha uma bebé, uma linda e pequena bebé que olhava para mim, de pele rosada, embrulhada numa manta branca, e tinha um gorro rosa. Mas conseguia ver um pouquinho de cabelo a sair dos lados e era castanho claro, tinha os olhos castanhos (uma pessoa antes de estar gravida sabe lá que os miúdos quando nascem a cor dos olhos não está definida, era um sonho), e tinha a pele rosada. E, o que mais me tocou no sonho, foi saber que era minha e estar a amamentá-la.
Acordei em lágrimas, não de tristeza, mas sim de alegria, de felicidade, estava comovida. Uma coisa que eu nem sabia explicar. Parecia que o sonho tinha sido real e que aquela bebé tinha mesmo estado nos meus braços.
O tempo passou, e em Março do mesmo ano eu e o Ricardo falámos e resolvemos tentar, e não demorou muito, ao contrário do que eu pensava (achei que ia levar meses), em Abril engravidei. Foi uma sensação única, saber que estava grávida, que tinha alguém dependia de mim, cujo coraçãozinho batia junto com o meu. Fiz a ecografia morfológica, não com a minha médica e o Dr diz-me que é um menino, vou à consulta da minha médica e ela decide fazer uma ecografia muito rápida, e diz-me que afinal é uma menina! Os meses passaram, com a data prevista do parto era para o dia 26 de Janeiro. A minha irmã dizia que a miúda nascia a 21, a minha mãe a 23, certo é que ela não quis que nenhuma ganhasse a aposta porque nasceu a 22 (um dia conto a história do parto). Quando a vi fui apoderada de uma felicidade sem fim, um amor sem explicação.
E certo é que nessa noite sentei-me no cadeirão do quarto branco do hospital, com a minha bebé linda e pequena nos braços, de pele rosada, cabelo castanho claro com um gorro às riscas azuis e rosa. Amamentei-a nesse cadeirão e embalei-a lá até ela adormecer.


Um ano depois de ter o melhor sonho da minha vida, ele tornou-se realidade!

terça-feira, 17 de novembro de 2015

Acho que tenho um problema!

Olá o meu nome é Neuza e sou uma shopaholic. Bem quer dizer, no que toca a coisas para a miúda. Passo a explicar, no outro dia comprei-lhe um body de ganga entre uma data de outras coisas, depois ao arrumar a roupa reparo que não tinha calções para lhe vestir com o body. Meu Deus o drama, era o fim do mundo. Volto à loja no dia a seguir, e para lhe vestir com o body trago uma saia de ganga, umas jardineiras (saia) de bombazine, mais duas camisolas, três collants, e um vestido.
Dias depois, reparo que ela precisa de uns sapatos castanhos, tinha rosa, azuis, uns tênis com várias cores, e umas botas castanhas da Zippy que me vejo aflita para lhas calçar, então lá vou eu ao Colombo em busca dos sapatos. Conclusão, comprei uns jordan cinza, uns botins vermelhos, uma quantidade absurda de meias até ao joelho, ganchos e laços de uma série de cores. E os sapatos castanhos? Não. Vou ao Dolce Vita Tejo, e por acaso na Chicco estavam umas botas que lhe consegui calçar. Trago as botas toda feliz, mas entretanto vou à Zara e pronto. Trouxe um macacão vermelho, um casaco, um conjunto calção e camisa...chego aos Açores vejo umas galochas e uns sapatos do mesmo material. Compro.

Conclusão, até ao mês que vem, estou proibida de lhe comprar roupa. Proibi-me, senão ainda vou à falência.



segunda-feira, 16 de novembro de 2015

Quem compra isto?

Às vezes deparo-me com certos produtos na internet, que não sei bem o que passou na cabeça de quem os inventou.
Andava eu a ver coisas para a miúda e taram:
Perfume com cheiro a plasticina da PlayDoh para crianças. Ora se eu já não gosto muito do cheiro da plasticina, e a Laura ainda não brinca com tal coisa, mas lembro-me da fase da minha irmã brincar, e da chatice que era quando aquilo ficava colado em algum lado, porque havia uma mãe ou pai de comprar perfume à criança com tal cheiro?

Ah e outra coisa, é uma edição limitada!

sábado, 14 de novembro de 2015

Bolhas!

Hoje apeteceu-me fazer uma coisa diferente para o banho da pestinha. Pus-lhe espuma na banheira. A reação dela, foi tentar agarrar a espuma, tentar comer a espuma, e por fim, chapinhar a água para molhar a mãe.
Começo a achar que ela gosta de fazer esta última.